sexta-feira, 24 de agosto de 2012

TRAVESSIA NA SERRA DA BOCAINA

DE BANANAL (SP) PARA ANGRA DOS REIS (RJ) - (pela trilha do Pico do Frade) 

SEXTA-FEIRA 20/07/2012

Tarde de 20 de julho 2012, estamos Diego e eu no ponto de encontro aguardando os outros dois membros da equipe que tentaria a travessia, Bananal (SP) X Frade/Angra dos Reis (RJ), por volta de 14:30h saímos de Angra com destino a Bananal em um veiculo fretado, com a ideia de chegar a pousada brejal, no alto da serra da bocaina.
Nas semanas anteriores que seria a semana de nossa caminhada, havia chovido bastante e assim que tivemos a oportunidade de um fim de semana de tempo bom, como já estávamos com as mochilas prontas a semanas não perdemos tempo e saímos com destino a essa travessia que já tínhamos idealizado a algum tempo em algumas subidas que fizemos ao “pico do frade”.

Chegamos a cidade de Bananal por volta de 16:40h e como não conhecia, achei que chegaríamos fácil ao local onde achamos que seria possível ir de carro. Saímos da cidade de Bananal com destino a serra da Bocaina, algumas horas depois, por volta de 18:00 chegamos no ponto final do ônibus que sai de Bananal com destino a serra da Bocaina, o qual sobe uma ou duas vezes ao dia ao alto da Bocaina. E com as chuvas das semanas anteriores a caminhada e o constante trafegam de caminhões, tratores e ônibus da madeireira que funciona lá em cima, a estrada, após o ponto final do ônibus estava em condições precárias, com muita lama, forçando nosso veiculo a nos deixar logo após o ponto final do ônibus e dali, por volta das 18:30h começamos realmente nossa aventura.

 

Descemos do carro em meio a um pouco de lama e atoleiro, colocamos as mochilas no canto da estrada, separamos alguns equipos como headlamp e anorak’s, checamos os mapas que tínhamos inclusive o croqui do Augusto (dizem que é, e realmente é o melhor informativo pra quem quer fazer a caminhada do Bananal pro pico do Frade). Levamos também um  Gps Garmin Map60csx , pois nunca havíamos ido para o pico por Bananal.
Para nossa felicidade ficar completa, do ponto onde descemos do carro até o ponto onde pretendíamos acampar tinha cerca de 12km estrada acima cheia de lama, com pouquíssimos trechos secos no primeiro quilometro de caminhada nossas botas já estavam pesando uns 10kg de lama que grudava nas solas..rsrsrs.... Animados pela energia da caminhada e pela belíssima noite de céu estrelado que fazia após algumas horas de caminhada chegamos na pousada brejal e conhecemos o senhor Carlinhos (que nos recebeu super bem!) e aproveitamos pra nos abastecer de água e infos da trilha. Andamos por mais umas horas e por volta de umas 21:00h chegamos as margens do rio Bonito onde acampamos e passamos nossa primeira noite.
 

SABADO 21/07/2012

Rio Bonito x Pico do Frade:  Acordamos por volta de 6:30h muito frio que nem dava vontade de sair de dentro do saco de dormir, mais saímos pois como nos relatos que lemos o tempo da trilha seria de 4:30h á 5:00h e estávamos cheios de planos de chegar no cume por volta das 14:00h e aproveitar o resto do dia lá em cima. Tomamos nosso café da manhã e desmontamos acampamento fizemos uma rápida inspeção em tudo e pegamos a trilha por volta das 8:10h atravessamos o rio bonito e logo após a primeira hora de caminhada avistamos o Pico ou Pedra do Frade ao fundo, vista por trás.


Dai pra frente à trilha estava lama e brejo puro não sabíamos se atolávamos ou caminhávamos passamos umas duas horas caminhando por terrenos alagados ai chegamos ao segundo descampado, onde se tem uma vista melhor do pico, não sei se o terreno lá é sempre assim, mais estava um brejo só, atravessamos e chegamos à trilha novamente.


Caminhamos por mais uma hora até fazermos nossa primeira parada, pra nossa surpresa já eram 11:40h e ficamos nos perguntando será que já estamos chegando? Rsrsrs...12:10h retomamos a caminhada e algumas horas depois começaram os morros ( sobe e desce), com muitas arvores caídas devido aos ventos mais assim que achamos que iria melhorar ficou ainda melhor, rsrsrs... um trecho que caminha pela crista da montanha e consegue avistar um penhasco a direita, trecho de uns 50mt de trilha aproximadamente estava tomado por um cipó parecido com o bambu mirim (aqueles que se usa pra fazer varas de pesca!), só que aranhava muito, eu particularmente já ouvi mateiros chamarem essa vegetação de “cipó navalha”. Vencidos esses 50mt de um emaranhado de cipó navalha já estávamos todos aranhados e os arranhões ardiam muito com o suor e coçavam, andamos mais um pouco e pra nossa agradável surpresa, mais cipó navalha e dessa vez tinha o triplo, atravessamos uns 150mt de cipó navalha novamente e depois uma subida bem acentuada a pior de toda caminhada mais bem tranquila o cansaço bateu mais por estarmos com os calçados molhados cheios de arranhões  nos braços, pescoço e rosto e pela trilha de 4:30 a 5:00h que nunca acabava! rsrsrsrs....eram umas 15:20h aproximadamente quando chegamos ao córrego da Gruta do Alemão que fica na parte de trás da mesma, de quem vem pela trilha do frade. Abastecemos nossas águas e agora tínhamos cada um mais 2lt d’água para levar para o cume pois e o último local onde se tem água em abundância pra abastecer.
Agora com 4lts d’água além do peso que já estava na mochila que a essa altura já pesava o dobro sobre nossos ombros exaustos, continuamos subindo passando pela lateral da Gruta do Alemão e chegando a nossa conhecida trilha que da acesso ao pico. Mais 1:30h de subida pesada e chegamos ao platô, onde se tem a vista do Pico do Frade de perfil. 


 
Nem paramos muito, o Arthur e o Diego adiantaram, pois o Arthur deixou a lanterna no fundo da mochila e daria muito trabalho tirar tudo e procurar, então dividimos o grupo e eles tentaram chegar no trecho da escada ainda de dia pra ficar melhor pro Artur poder subir ainda com a luz do dia e eles partiram e em seguida Eduardo e eu saímos do platô (vista do perfil) rumo ao cume, estávamos exaustos e fomos mais devagar. Chegamos no cume com seus 1.560m de altitude exatamente as 18:30h e eles as 18:00h. Montamos acampamento, fizemos o jantar, tiramos umas fotos e fomos descansar, pois a trilha que era pra ser de 5:00h nos consumiu o dia todo!!!rsrsrrsr...


Obs: Me esqueci de mencionar que no cume o celular funciona e aproveitei pra ligar pros amigos e família!!!
   

DOMINGO 22/07/2012
Acordamos 5:30h e fomos fazer umas fotos do nascer do sol Diego e eu, depois lá pelas 6:30 o Eduardo e o Arthur também levantaram, tiramos umas fotos reunidos, tomamos café da manhã e desmontamos acampamento. Saímos do cume por volta das 8:00h.


OBS:  é uma pena que a cada ano que passa tem mais lixo lá no cume... as pessoas não tem noção do que estão fazendo deixando lixo lá em cima e na trilha, a trilha do frade então é a  mais suja com chinelos arrebentados que as pessoas deixam pelo caminho, pacotes de biscoito, sacolas e tudo isso na maioria das vezes jogado próximo ou dentro de cursos d’água e cachoeiras que abastecem as pessoas que moram no próprio bairro do Frade.

Fica a dica – PODE LEVAR, MAS TRAGA SEU LIXO DE VOLTA!!!

Voltando a aventura, descemos as famosa muralha do Frade, uma descida muito íngreme e intensa, por volta de meio dia e pouco encontramos com um grupo de umas 10 a 12 pessoas que estava subindo para a pedra, demos uma rápida parada para nos cumprimentar e logo seguimos descendo e eles subindo. E após 9:00h descendo chegamos ao bairro do Frade aproximadamente 17:00h, almoçamos felizes porém exaustos, suados e fedorentos!!!srrsrs

Bom foi isso que rolou, muito obrigado a todos pela oportunidade de estarmos juntos nessa aventura. Eduardo (Dú), Arthur, Diego (topera)!

 “GRANDE ARTHUR, SEJA BEM VINDO AO GRUPO MEU CAMARADA, QUE ESTA SEJA A PRIMEIRA DE MUITAS AVENTURAS JUNTOS, ABS!!!”


Grande abs e boas escaladas e caminhadas a todos!
  
Att. Carlos Henrique cacá
 (texto e fotos)

(MAPA ILUSTRATIVO DA CAMINHADA) 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

segunda-feira, 16 de julho de 2012

6º Encontro Capixaba de Escalada

Acontecerá nos dias 04 e 05 de agosto em Pancas/ES.
O 6º Encontro Capixaba de Escalada será marcado pelo encantamento diante das belas paisagens e das diversas montanhas.
 
MAIORES INFORMAÇÕES:
 
 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Repasse do II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil

Texto redigido pelo montanhista Sandro Souza, membro da Associação Capixaba de Escalada (ACE).
Repasse do II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil.
(Sandro Souza: Urca, Rio de Janeiro, 26 e 27 de Abril de 2012)
 
Contexto:

A 1ª Semana Brasileira de Montanhismo comemorou os Cem anos de montanhismo no Brasil, que tomou como referência a data da primeira ascensão ao Dedo de Deus. O evento foi constituído de vários outros eventos, entre eles a já tradicional abertura de temporada no Rio, o II° Congresso Brasileiro de Montanhismo e Escalada, e o II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil.

Representatividade:

O encontro de Parques contou com a participação do Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação (UCs) do ICMBio (Pedro da Cunha Menezes), o Coordenador de Uso Público e Negócios do ICMBio (Ernesto Viveiros de Castro) e os Gestores de diversos Parques  Nacionais (Floresta da Tijuca, Serra dos Órgãos, Chapada dos Veadeiros, Pico da Neblina, ...). Na esfera estadual, diretores e gestores de parques dos estados do RJ, PR, SP, RS e ES estiveram presentes. 
Entre eles André Ilha do INEA, Sergio Poyares do PE Três Picos, representantes do PE Marumbi, e André Tebaldi, o Coordenador de áreas protegidas do IEMA. A sociedade civil se fez representar pela CBME e seus principais afiliados como a FEMERJ, FEMEMG, e clubes e associações, inclusive a ACE.

Seguem alguns tópicos abordados durante o encontro de parques.
 
26/04

Abertura:

Mesa composta por Silverio Nery (CBME), Pedro da Cunha Menezes (ICMBio) e André Ilha (INEA - RJ)

Pedro – Anunciou o novo alinhamento do ICMBio  no sentido de não tolher a qualidade da vivência durante as visitas nos Parques. Pra isso, será extinta a obrigatoriedade do uso de guias (condutores, monitores...) nos parques nacionais. Salvo raras exceções onde se justifique devido à extrema fragilidade do patrimônio natural ou arqueológico.

André Ilha – Ressaltou que as pressões sobre o meio ambiente, à exemplo do código florestal e o desmantelamento do IBAMA, tendem a se acirrar e neste momento aqueles comprometidos com o meio ambiente devem se unir. Os gestores de Parques devem buscar mais aliados e os montanhistas são aliados muito engajados. “É necessário cooptar aliados diante das pressões iminentes.”

Os gestores devem fazer uma conta de soma e subtração ao comparar os benefícios de permitir o uso público cultivando uma militância ambiental por parte dos visitantes, contra eventuais malefícios causados pelo impacto da visitação.

Palestra do André Ilha:

- Diferenciação de Turismo e Uso Público. O Uso público é mais amplo. Exemplo: esportivo, religioso, artístico, científico, simples lazer, turístico... E deve-se atender às expectativas de todos os públicos.

- Não é preciso que exista um plano de manejo (documento detalhado, caro e demorado) para que seja manejado o uso público.

- Decreto sobre as UCs estaduais (RJ) que diz que o uso público é permitido a menos que explicita e justificadamente se diga o contrário.

- A contratação dos serviços concedidos é sempre opcional para que não haja ressentimento dos que não podem pagar, nem daqueles que não desejam uma babá para tangê-los.

- Diferenciou os tipos de trilhas atribuindo diferentes graus de intervenção para cada uma: Trilhas de turismo (bem aberta, farta sinalização e intervenções como rampas, cabos e escadas); Trilhas de montanhismo (alguma sinalização, intervenções só para manter a trilha); Trilhas de montanhismo remoto (sem intervenções).

- Metodologia para abordar o uso público nos planos de manejo: Realização de seminários de mínimo impacto com a participação de gestores, pesquisadores e usuários para formar pacto para zoneamento e previsão de atividades. O resultado é transplantado inteiramente para dentro do plano de manejo.

Palestra do Ernesto:

- Fim do conceito de parque aberto e parque fechado.

- Adoção de uma gradação onde “0” é ainda fechado (um caso apenas no Brasil) e “5” é aberto e plenamente estruturado.

- Os parques subirão nessa escala visando:
  • Qualificar e diversificar a oferta de atividades para a visitação (as atividades não precisão estar previstas nos planos de manejo para serem permitidas).
  • Estruturar as UCs, lembrando que estrutura adequada não é a máxima.
  • Formalizar, ampliar e qualificar serviços de apoio a visitação. A prioridade não é a renda e sim fornecer o apoio.
- De acordo com a IN 08/2008 (http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/o-que-somos/in082008.pdf), Estimular o uso de guias locais, mas não tornar seu uso obrigatório.

- “O visitante deve entrar informado e sair satisfeito.”

Palestra do Delson de Queiroz (FEMERJ):

- Apresentou um PDF com Princípios e Valores do montanhismo, e desenvolveu o tema.
 
Palestra do Brady Robinson(Acess Fund):

- Falou do exemplo do parque de Yosemit. Apresentou dados básicos com história, extensão, biota, geologia, atrativos...

- Lá, 94% da área é “Wild”, mas em toda ela é permitida visitação. Não existe área intangível como aqui. Na prática a maioria dos visitantes fica perto das estradas, campings e demais estruturas.

- Problema com os conservacionistas estrito censo como a ONG The Nature Conservancy, que se posiciona contra a permanência de pessoas nos parques em nome da conservação. A ONG é constituída pela velha guarda dos ambientalistas com conceitos já ultrapassados.

- Os montanhistas são voluntários para diversos trabalhos nos parques. E por experiência dele, um montanhista vale por três voluntários genéricos, devido à conjunção de fatores como maior envolvimento na causa, maior capacidade técnica e força física.

Palestra do Esteban Degregori (Acesso Argentino):

- Usou o exemplo do Parque Nacional Los Glaciares onde fica Chaltén e a cadeia de montanhas do cerro Torre e Cerro Fitz Roy.

- Todo o acesso é permitido, sendo necessário apenas o registro. A responsabilidade é baseada no indivíduo.

Debates:

- Assuntos administrativos como parcerias para gestão de parques. Permissão, autorização, concessão e parcerias público-privadas.

27/04

Palestra do Sergio Poyares (P.E. Três Picos - INEA):

- Dados base /atrativos / Acesso permitido a princípio/ Informações sobre riscos através de placas bem posicionadas (alternativa diante da inviabilidade de se cobrar a assinatura do termo de reconhecimento de risco)/Como foi o seminário de mínimo Impacto.

Palestra do André Tebaldi (Coord. de áreas protegidas IEMA):

- Dados base /Situação de acesso proibido às montanhas/ Intenção de ampliar o uso público.
Palestra do Leonardo Boquimpani (P.N. Serra dos Órgãos):

- Dados base /Uso e intervenções variadas em trilhas / Adoção do termo de reconhecimento de risco pelos visitantes/ sistema de ingresso on-line.

Palestra do Luis Monteiro (Associação Mineira de Escalada):

- Caso da luta pela reabertura da Lapinha (Parque Estadual do Sumidouro), diálogo com IEF –MG, acordo atual e anúncio de maior abertura prevista.

- Construção de uma proposta estadual valida para todos os parques.

Palestra do Harvey Schlenker (IAP - PR):

- Panorama das áreas protegidas do Paraná. Existem 68 UCs, 45 de proteção integral, sendo 29 abertas para visitação.

- Principalmente no Parque Estadual do Marumbi, é adotado um detalhado cadastro de visitantes com o objetivo de facilitar eventuais resgates.  Este parque sedia o principal grupo de resgate autônomo do Brasil. O COSMO.

- Exemplo da travessia do P. E. da Baitaca onde fica o Anhangava, importante local de escalada. Em 2000 não havia estrutura alguma e eram freqüentes os assaltos, mesmo assim cerca de 1.000 visitantes faziam a travessia por ano. Após a revitalização de uma portaria e estímulo a visitação, hoje são 17.000 visitantes por ano e nenhum assalto nem crime ambiental.

Debate:

- André Tebaldi: “Como fica a questão da responsabilidade nos casos de acidentes dentro de parques?”

Para esta resposta, várias pessoas contribuíram e o resumo está aí:

- Diferenciação inicial dos casos evidentes de responsabilização do Parque como quando ocorre um acidente por falha em uma estrutura (ponte, mirante, telhado...).

- Não existe precedente jurídico (jurisprudência) para embasar essa questão, mas a tendência do entendimento do jurídico é de que a responsabilidade é de cada indivíduo. Fizeram observação sobre a tendência latina ao paternalismo onde o estado age como pai dos cidadãos irresponsáveis, em contraste à abordagem não latina onde o individuo deve se responsabilizar pelos seus atos com menor intervenção do estado.

- Nos casos de acidentes onde o visitante está acompanhado de um guia do parque, aí sim ocorre responsabilização!

- Qualquer pessoa pode processar qualquer um por qualquer coisa, mas isso não quer dizer que ocorrerá condenação. Não há um caso sequer de condenação de um gestor de parque por causa de um acidente. E raros são os processos.

- A adoção de um seguro embutido no preço do ingresso pode ser uma alternativa para aliviar o lado dos gestores.

- Os parques não podem ser imputados pela falta de estrutura já que o risco muitas vezes é justamente o atrativo. Por exemplo, não é razoável colocar corrimão na travessia Petrópolis – Teresópolis.

- Foi unanimidade que se devem alertar os visitantes ostensivamente e exageradamente sobre os riscos dos ambientes naturais. Para efetivamente avisar os mais ingênuos e para resguardar os gestores dos parques.

- Foi abordada a questão fundamental de que as pessoas têm o direito ao risco.

Um desfecho muito significativo foi o convencimento destas idéias por parte da equipe do IEMA, com o acordo de que mudanças seriam encaminhadas no ES e que a CBME diretamente e através da ACE irá ajudar a coordenação de áreas protegidas na argumentação em prol da abertura dos parques a ser apresentado para a presidência do IEMA.
 

Yosemite Range of Light